terça-feira, 22 de maio de 2012
segunda-feira, 7 de maio de 2012
terça-feira, 1 de maio de 2012
“Mas calma, espera que um dia você encontra. Um dia
você encontra alguém que te faça sorrir como ninguém nunca jamais
conseguiu, alguém que te faça sorrir como só existisse você, você e
você; Um dia você encontra alguém que põe fim em todas suas dores e
mágoas e sofrimentos e pesares e tudo. Tudo de ruim, essas lembranças
terríveis que você insiste em recordar, insiste em carregar aí dentro de
ti, enquanto já deveria ter jogado-as fora. E pensando bem, um dia você
encontra. Um dia você encontra alguém que te protege, te cuida, te ama,
alguém que te tenha nas mãos, que tu não imagina sem e não tem dúvida
alguma te poder olhar fundo em suas órbitas e poder dizer: “eu não vivo
sem você.” Mas você sabe que viveria sim, mas não tão bem quanto ao lado
dela.
Um dia desses você vai se pegar pensando, “cara, eu amo esse/essa idiota”, e é verdade, você ama. E se sente extremamente melhor por saber que é recíproco, digo, essa coisa de dizer “eu te amo” e obter a mesma resposta, ou até superior, como um “eu te amo mais”. E são nessas horas que teu coração parece querer sair pela boca, seus olhos fulgem como nunca: brilham, pulam, reluzem, resplandecem. Você parece querer compartilhar essa tua espontaniedade com todos, mostrando o quanto se encontra bem com esse alguém, chegando até a pensar “ah, melhor do que já é? Impossível.” Você, em sua pouca idade, vive um dos momentos mais belos da vida. Você está experimentando o ponto alto dos relacionamentos humanos, porque o que você é agora, te possibilita a ensaiar o futuro no presente. Neste momento da vida, você tem a possibilidade de estabelecer laços muito diversificados. Tudo parece perfeito, cabível e excessivamente bem. Mas aí você passa a sentir medo, medo de perder, de não ter, de desperdiçar, de desgastar, esgotar e arruinar. Medo de ser substituída, trocada, de ele encontrar alguém melhor que você. O seu coração sabe disso, porque certamente já experimentou o amargo sabor da solidão. Você sofre. as. Às vezes você sofre porque é preciso. A vida não vai te fazer sorrir o tempo todo. Perceba. A vida te faz sofrer pra ver se você suporta. É apenas um teste. Nem todos passam, e acabam desistindo, e então, se perdem. Mas você não irá se perder. Sabe o porquê? Você tem ele. Tem ele pra quando você decidir, talvez, desistir, ele te faz mudar de ideia sem ser preciso dizer muita coisa.
E você percebe que o ama. É, o ama. E tu passa a pensar nele 24 horas por dia, e se fosse possível, mais. Pensa tanto nesse (teu) alguém -sim, teu alguém, na tua mente, talvez na dele também, quem sabe-. Você pensa tanto que isso passa a te consumir por dentro, consumir teu tempo, teu espaço, tudo. Parece que o amor vem mastigando teu cérebro que você não consegue pensar em nada além dele, dele.
E tu nunca tem certeza se ter encontrado esse alguém foi tão bom quanto nunca ter o conhecido. É como uma insegurança constante de que o que te faz bem agora pode te trazer insatisfação, desânimo, um abatimento vago, falta, uma aflição profunda e um “contentamento descontente” como dizia Camões. E pior: pode te fazer mal. Da mesma forma que um vício, droga talvez, te leva ao ápice da alegria no início, mas tu cai na real e percebe que isso acaba, te destrói, te machuca, te debilita, simplesmente por ser temporário. Você morre. Digo, literalmente, mas morre. Morre sem ser de corpo e alma, morre tua possibilidade de algo concreto com ele, porque cá entre nós, vocês sempre foram pela metade. Morre tua esperança e expectativa. Morre o teu interior, morre o que tem no espaço comprimido entre os limites de teu corpo, o que tá aí dentro ó, batendo. E que bate cada vez mais lento, cada vez mais fraco em todas as vezes que ele te diz algo que não te satisfaz, ou até, não corresponde a tua perspectiva. E que, de alguma forma, te deixa pra baixo, ou na verdade, no chão!
O que antes tu nunca faria por ninguém, tu passa a fazer frequentemente por teu alguém, como dar a vida, digo, de novo, literalmente. É como se entregar totalmente por tal e ele não alcançar a porcentagem obtida por você. É como se ele pisar em você, é capaz de tu beijar o sapato dele. E aí começa um novo ciclo dessa história um tanto quanto trágica de vocês: Essa relação começará ser muito pesada para ambos. Será fortemente marcada pela dependência, pelas cobranças e pelo ciúme. Ambos passam a viver uma insegurança muito grande, pois nunca sabem ao certo o papel que exercem na vida um do outro. O amor deixa de ser amor e passa a ser sentimento de posse, como se o outro fosse uma propriedade adquirida, pronta para atender tudo o que você pedir, ou quiser. O pior, tu começa a dar mais valor nele do que em ti própria, mas tu logo pensa: eu encontrei o alguém errado. E te digo sem receio algum: é verdade. Mas não pense que terá de desistir, deixar de lutar pelos dois, talvez isso os impulsione mais, e que isso não os façam ceder o “nós” que vocês dois tanto esperam. E te falo novamente: Insista. Sabe por que? Porque você é a pessoa certa para ele, mesmo ele sendo o inadequado pra você.
Pois é. Um dia desses você vai desejar nunca ter o conhecido, vai bater a porta na cara dele dizendo “suma da minha vida”, seria até mais contagiante se os vizinhos ouvissem. Na outra semana, ele te aparece e e te liga mil e uma vezes por dia te pedindo desculpas por algo que ele, nem ao certo, fez. Ele rasteja e implora pra voltar, e sem pensar duas vezes: você aceita. Outras vezes vai ser você que irá pedir em tom de súplica, o solicitando com ansiedade e insistência para que volte, enquanto ele não quer te ver nem pintada-de-ouro. Tu liga para ele todos os dias pedindo, “volta, por favor”, mas vai dizer que tu não cansa? Claro que cansa. E muito. E a tua última mensagem de voz, será apenas um “vá a merda.” Assim como na outra vez, você não pensou duas vezes em tomar alguma atitude. Você cai em lágrimas. Mas logo as enxuga e fala pra si mesma, “ele volta, ele sempre volta.” E é verdade. Ele volta porque sabe que você é a única que sabe cuidar dele tão bem, o que os torna um dependente do outro.
E você acaba lendo isso e encaixa cada frase escrita aqui a vocês dois, e pensa nele e sorri por ele e chora por ele e respira por ele. Exagero, não? Sim, talvez. Amor é um verdadeiro exagero.
E então tu liga para aquele teu amigo que você não ver a anos e o pergunta como anda o casamento, os quais, eram típicos de namorados “perfeitos”, estereótipo clichê. E ele apenas te respondeu, “foi por água abaixo”. O motivo? Algo tão comum-trivial-habitual-normal, se tornou tão sem graça que desgastou. Assim, tu caiu na real que perfeição não é com vocês, que essa coisa de ser 100% aceitável aos dois não se encaixa a ti e ele. E a verdade é que tu é para ele o que ele nunca esperou em ter, mas desejou. E ele é pra você o que tu sempre esperou em ter, mas nunca desejou. Concluindo: vocês são imperfeitamente imperfeitos um para o outro. Clichê, não? Ah, mas vocês devem ser isso mesmo, mas o que tem de mais?
E quem diria, duas pessoas totalmente opostas se dando tão bem! Não, não tão bem assim, as brigas entre os dois são extremamente constantes, mas possuem um final totalmente oposto ao início delas: em beijos. E vamos aos fatos, e quando seus pais forem conhecer ele? Não se surpreenda se eles o odiar. A razão é que tu os dava uma descrição oposta ao que ele realmente é, talvez porque você o via de uma maneira melhor, como uma pessoa melhor, vendo só a parte boa, só a parte que te ama. Você o via perfeito, mesmo ele não sendo. E não se preocupe se os seus pais realmente o odiarem, terão de se acostumar, e você também. Por bem ou por mal, até porque: ele é o amor da sua vida. Sim, não se espante ao ler-ouvir isso, terá de suportar aquela toalha molhada em cima da cama e de o ouvir reclamar o quanto foi insuportável o dia do trabalho. Mas o que você pode fazer? Teu alguém nasceu para você, você nasceu para teu alguém e não há quem duvide disso. Todo mundo diz! Já deve ter ouvido por aí, “ah, eles ficam melhores juntos”, e mesmo que tu discorde disso, você sabe que é verdade. E , você só o encontra uma vez, porque digo e repito: ele será o amor da sua vida. Todo seu. E tu terá de aturá-lo dia após dia, não que você não queira aturar, tô falando de suportar, suportar todos os míseros dias da sua vida ao lado da sua vida. E você consegue, sei que você, afinal, quando se tem amor, passa por qualquer coisa. Então, tu irá conseguir, porque tu o completa, ele te completa. Essa é a verdade, mas vou logo te avisando: terá de aguentá-lo mesmo, aguentar as crises, as circunstâncias, as condições, os “poréns” da vida, tudo. Tudo. Você será, e já é, totalmente dele e ele, totalmente teu. No começo, confesso, as rotineiras borboletas no estômago, não serão apenas borboletas, se tornarão verdadeiros dinossauros pisando o teu estômago. Aquelas tuas mãos frias se tornarão extremamente gélidas, e sem se esquecer de citar as suas pernas bambas após vê-lo. Mas não se preocupe muito com isso, é normal quando se tem amor. E não se espante, de novo, ao ouvir-ler isso, acho que no fundo aí de ti, você sabe que é amor. Você o ama.
E não adianta nem desdizer e desmentir o que tanto venho insistindo em dizer aqui, você sabe que tudo que vem sendo escrito aqui, cada palavra minúscula, macabra, insignificante, clichê e estúpida que seja, tem (sei que tem), alguma relação com teu alguém e tu. E cá entre nós, não há como negar, você está perdidamente apaixonada por ele.”
Um dia desses você vai se pegar pensando, “cara, eu amo esse/essa idiota”, e é verdade, você ama. E se sente extremamente melhor por saber que é recíproco, digo, essa coisa de dizer “eu te amo” e obter a mesma resposta, ou até superior, como um “eu te amo mais”. E são nessas horas que teu coração parece querer sair pela boca, seus olhos fulgem como nunca: brilham, pulam, reluzem, resplandecem. Você parece querer compartilhar essa tua espontaniedade com todos, mostrando o quanto se encontra bem com esse alguém, chegando até a pensar “ah, melhor do que já é? Impossível.” Você, em sua pouca idade, vive um dos momentos mais belos da vida. Você está experimentando o ponto alto dos relacionamentos humanos, porque o que você é agora, te possibilita a ensaiar o futuro no presente. Neste momento da vida, você tem a possibilidade de estabelecer laços muito diversificados. Tudo parece perfeito, cabível e excessivamente bem. Mas aí você passa a sentir medo, medo de perder, de não ter, de desperdiçar, de desgastar, esgotar e arruinar. Medo de ser substituída, trocada, de ele encontrar alguém melhor que você. O seu coração sabe disso, porque certamente já experimentou o amargo sabor da solidão. Você sofre. as. Às vezes você sofre porque é preciso. A vida não vai te fazer sorrir o tempo todo. Perceba. A vida te faz sofrer pra ver se você suporta. É apenas um teste. Nem todos passam, e acabam desistindo, e então, se perdem. Mas você não irá se perder. Sabe o porquê? Você tem ele. Tem ele pra quando você decidir, talvez, desistir, ele te faz mudar de ideia sem ser preciso dizer muita coisa.
E você percebe que o ama. É, o ama. E tu passa a pensar nele 24 horas por dia, e se fosse possível, mais. Pensa tanto nesse (teu) alguém -sim, teu alguém, na tua mente, talvez na dele também, quem sabe-. Você pensa tanto que isso passa a te consumir por dentro, consumir teu tempo, teu espaço, tudo. Parece que o amor vem mastigando teu cérebro que você não consegue pensar em nada além dele, dele.
E tu nunca tem certeza se ter encontrado esse alguém foi tão bom quanto nunca ter o conhecido. É como uma insegurança constante de que o que te faz bem agora pode te trazer insatisfação, desânimo, um abatimento vago, falta, uma aflição profunda e um “contentamento descontente” como dizia Camões. E pior: pode te fazer mal. Da mesma forma que um vício, droga talvez, te leva ao ápice da alegria no início, mas tu cai na real e percebe que isso acaba, te destrói, te machuca, te debilita, simplesmente por ser temporário. Você morre. Digo, literalmente, mas morre. Morre sem ser de corpo e alma, morre tua possibilidade de algo concreto com ele, porque cá entre nós, vocês sempre foram pela metade. Morre tua esperança e expectativa. Morre o teu interior, morre o que tem no espaço comprimido entre os limites de teu corpo, o que tá aí dentro ó, batendo. E que bate cada vez mais lento, cada vez mais fraco em todas as vezes que ele te diz algo que não te satisfaz, ou até, não corresponde a tua perspectiva. E que, de alguma forma, te deixa pra baixo, ou na verdade, no chão!
O que antes tu nunca faria por ninguém, tu passa a fazer frequentemente por teu alguém, como dar a vida, digo, de novo, literalmente. É como se entregar totalmente por tal e ele não alcançar a porcentagem obtida por você. É como se ele pisar em você, é capaz de tu beijar o sapato dele. E aí começa um novo ciclo dessa história um tanto quanto trágica de vocês: Essa relação começará ser muito pesada para ambos. Será fortemente marcada pela dependência, pelas cobranças e pelo ciúme. Ambos passam a viver uma insegurança muito grande, pois nunca sabem ao certo o papel que exercem na vida um do outro. O amor deixa de ser amor e passa a ser sentimento de posse, como se o outro fosse uma propriedade adquirida, pronta para atender tudo o que você pedir, ou quiser. O pior, tu começa a dar mais valor nele do que em ti própria, mas tu logo pensa: eu encontrei o alguém errado. E te digo sem receio algum: é verdade. Mas não pense que terá de desistir, deixar de lutar pelos dois, talvez isso os impulsione mais, e que isso não os façam ceder o “nós” que vocês dois tanto esperam. E te falo novamente: Insista. Sabe por que? Porque você é a pessoa certa para ele, mesmo ele sendo o inadequado pra você.
Pois é. Um dia desses você vai desejar nunca ter o conhecido, vai bater a porta na cara dele dizendo “suma da minha vida”, seria até mais contagiante se os vizinhos ouvissem. Na outra semana, ele te aparece e e te liga mil e uma vezes por dia te pedindo desculpas por algo que ele, nem ao certo, fez. Ele rasteja e implora pra voltar, e sem pensar duas vezes: você aceita. Outras vezes vai ser você que irá pedir em tom de súplica, o solicitando com ansiedade e insistência para que volte, enquanto ele não quer te ver nem pintada-de-ouro. Tu liga para ele todos os dias pedindo, “volta, por favor”, mas vai dizer que tu não cansa? Claro que cansa. E muito. E a tua última mensagem de voz, será apenas um “vá a merda.” Assim como na outra vez, você não pensou duas vezes em tomar alguma atitude. Você cai em lágrimas. Mas logo as enxuga e fala pra si mesma, “ele volta, ele sempre volta.” E é verdade. Ele volta porque sabe que você é a única que sabe cuidar dele tão bem, o que os torna um dependente do outro.
E você acaba lendo isso e encaixa cada frase escrita aqui a vocês dois, e pensa nele e sorri por ele e chora por ele e respira por ele. Exagero, não? Sim, talvez. Amor é um verdadeiro exagero.
E então tu liga para aquele teu amigo que você não ver a anos e o pergunta como anda o casamento, os quais, eram típicos de namorados “perfeitos”, estereótipo clichê. E ele apenas te respondeu, “foi por água abaixo”. O motivo? Algo tão comum-trivial-habitual-normal, se tornou tão sem graça que desgastou. Assim, tu caiu na real que perfeição não é com vocês, que essa coisa de ser 100% aceitável aos dois não se encaixa a ti e ele. E a verdade é que tu é para ele o que ele nunca esperou em ter, mas desejou. E ele é pra você o que tu sempre esperou em ter, mas nunca desejou. Concluindo: vocês são imperfeitamente imperfeitos um para o outro. Clichê, não? Ah, mas vocês devem ser isso mesmo, mas o que tem de mais?
E quem diria, duas pessoas totalmente opostas se dando tão bem! Não, não tão bem assim, as brigas entre os dois são extremamente constantes, mas possuem um final totalmente oposto ao início delas: em beijos. E vamos aos fatos, e quando seus pais forem conhecer ele? Não se surpreenda se eles o odiar. A razão é que tu os dava uma descrição oposta ao que ele realmente é, talvez porque você o via de uma maneira melhor, como uma pessoa melhor, vendo só a parte boa, só a parte que te ama. Você o via perfeito, mesmo ele não sendo. E não se preocupe se os seus pais realmente o odiarem, terão de se acostumar, e você também. Por bem ou por mal, até porque: ele é o amor da sua vida. Sim, não se espante ao ler-ouvir isso, terá de suportar aquela toalha molhada em cima da cama e de o ouvir reclamar o quanto foi insuportável o dia do trabalho. Mas o que você pode fazer? Teu alguém nasceu para você, você nasceu para teu alguém e não há quem duvide disso. Todo mundo diz! Já deve ter ouvido por aí, “ah, eles ficam melhores juntos”, e mesmo que tu discorde disso, você sabe que é verdade. E , você só o encontra uma vez, porque digo e repito: ele será o amor da sua vida. Todo seu. E tu terá de aturá-lo dia após dia, não que você não queira aturar, tô falando de suportar, suportar todos os míseros dias da sua vida ao lado da sua vida. E você consegue, sei que você, afinal, quando se tem amor, passa por qualquer coisa. Então, tu irá conseguir, porque tu o completa, ele te completa. Essa é a verdade, mas vou logo te avisando: terá de aguentá-lo mesmo, aguentar as crises, as circunstâncias, as condições, os “poréns” da vida, tudo. Tudo. Você será, e já é, totalmente dele e ele, totalmente teu. No começo, confesso, as rotineiras borboletas no estômago, não serão apenas borboletas, se tornarão verdadeiros dinossauros pisando o teu estômago. Aquelas tuas mãos frias se tornarão extremamente gélidas, e sem se esquecer de citar as suas pernas bambas após vê-lo. Mas não se preocupe muito com isso, é normal quando se tem amor. E não se espante, de novo, ao ouvir-ler isso, acho que no fundo aí de ti, você sabe que é amor. Você o ama.
E não adianta nem desdizer e desmentir o que tanto venho insistindo em dizer aqui, você sabe que tudo que vem sendo escrito aqui, cada palavra minúscula, macabra, insignificante, clichê e estúpida que seja, tem (sei que tem), alguma relação com teu alguém e tu. E cá entre nós, não há como negar, você está perdidamente apaixonada por ele.”
~ Ariel S.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
"Se você acredita em mim esquece tudo e todos e vem logo pra mim, porque
eu não quero (e nem vou) ficar reafirmando meu amor. Minha última carta
de amor mesmo, se é que isso pode ser considerada uma carta, mas é a
última vez que lhe escrevo e quando acabar de ler vai entender o porquê
de não precisar mais te escrever. É que eu não sei como digo isso, se é
que devo dizer algo, seria muito mais fácil te dar um beijo, arrancar a
tua roupa, e te dizer certas coisas enquanto o seu pênis está penetrando
na minha vagina. Amo o sexo com você, amo o beijo com você, amo a
música com você, amo tudo com você, e eu quero amar tudo isso durante
uma briga pelo controle remoto da nossa televisão, sim, nossa. Não sei
porque estou fazendo isso, talvez seja o vinho que bebi demais, ou então
seja apenas você, você que me faz bem, que agora não sai da minha
cabeça, e você que já me tem desde aquele café derrubado em cima do meu
trabalho da escola, se lembra? Era você ali, está sendo você aqui, e vai
ser você lá. Lá na nossa casa, aquela que a gente sempre fez planos pra
comprar, mas nunca comprou porque a gente nunca tem dinheiro e quanto
tem gasta com todo este vinho que me leva a cometer loucuras de amor.
Desculpa se eu não sou aquele tipo de mulher que se mata em dietas e ama
lingerie vermelha, mas eu sou isso e é isso que você vai ser obrigado a
conviver o resto da tua vida se decidir passá-la ao meu lado. Olha, não
sei exatamente como e porque a gente está junto até hoje, vai saber o
motivo da gente nunca desistir da gente quando tudo dá errado e você ou
eu saímos por aquela porta, mas o que importa e sempre vai importar é
que a gente tá junto e ninguém (nem reza, nem macumba, nem praga)
consegue separar a gente. E apesar de tudo, eu gosto disso, de ter um
colo a noite, um ombro gostoso no final da tarde. Eu gosto dessa vida a
dois que a gente foi criando aos pouquinhos e que hoje parece impossível
sair dela. Essa vida em que você cuida de mim e eu tento cuidar de você
um pouco mais a cada dia que o sol bate na nossa cara depois de uma
noite inteira transando e berrando pra todo mundo que a gente se quer. A
gente se quer, não quer? Mas eu quero você em tempo integral, na minha
cama todos os dias, na sala, sei lá, quero você até no chão. Eu nunca
fui boa em te pedir nada, nunca consegui te pedir nem um beijo, nem
abraço, nem nada, eu sempre olhei pra você e sorri, te obrigando a
entender o que eu queria, mas agora não dá, tenho que falar, e como
nunca ouvi nenhuma resposta sua tenho medo de como vai responder. Olha,
eu quero mais de você, mais de mim, mais da gente, tá legal? Eu quero
morar com você, dividir escovas de dente, cama, cachorro e televisão,
quero sair todos os dias por uma porta e voltar para aquela mesma porta a
noite, entendeu? Quero ter um lugar que seja da gente, quero que a
gente tenha tudo só nosso, que tenha nossas brigas, nossas transas,
nosso café. Mas que droga, quer casar comigo?"
domingo, 22 de abril de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
“Filho da puta! É isso que você é. Mas o problema é que você é o filho da puta que me faz feliz. Brincou comigo de uma forma que, não dá explicar. E nos olhos de outros pessoas, seria um erro imperdoável. Tentei por diversas vezes terminar. E o pior, chegamos aonde nunca imaginamos chegar. No fim. Você seguiu sua vida e eu a minha. Mas sabe o que é mais irônico disso tudo? Não ficamos longe um do outro 3hrs se quer. Eu mandei você seguir sua vida, caralho. Por que você voltou? Por que tu mandou aquele sms? Por que você fez isso comigo? Por que? Por que? São perguntas que não saem da mente. E sabe o que é pior? Nenhuma dessas perguntas tem resposta. Será que você não tem medo? E se um dia eu resolver virar as costas pra você? E se um dia você precisar da minha mão e eu não quiser te dar? E se… Porra. E se eu resolver te esquecer? Por que você não pensou nisso antes de fazer toda a cagada que você fez? Moleque! Isso que você foi. Eu nunca menti pra você, nunca. E você bom… Você foi covarde o suficiente pra cometer esse erro. “Vê se volta amor, eu não posso te perder…” Você não devia ter me mandado isso. Não devia. Você não devia ser irresistível desse jeito… Quantas chances eu já te dei? Muitas. E sabe o que você fez com elas? Você as desperdiçou. Como se nada daquilo valesse a pena. Por quantas vezes a gente não tentou recomeçar? Por quantas vezes, me diz? Quantas vezes você me prometeu que nunca mais “tal” coisa iria acontecer? Muitas. E sabe o que aconteceu? Aconteceu da pior forma possível. Da forma em que eu pudesse ver, ler, qualquer coisa se quer, e chorar. Chorar até, bom. Até eu mesma ter dó de mim. Por favor, cala a boca. Você não tem mais razão de me falar nada. Aquele foi o pior domingo da minha vida. Sabe, eu poderia ficar aqui falando por horas e não descontaria nenhum pouquinho da minha raiva em você. A gente voltou. A gente tá junto. Não faz eu me arrepender, não faz… Faça valer a pena agora. Faça tudo isso ter sentido. Mete a cara, porra. Luta comigo, não faz eu perder isso. E se perder, por favor, fica do meu lado. Que seja pra perdermos juntos. Quer saber? Com você eu não vou perder nada. Você tá comigo e mesmo se a gente tiver “perdido” vai ser como se tivéssemos ganhado. Sabe por que? Porque justamente, você estava lá comigo. Você é tudo. Amigo, namorado, amante, companheiro. Tudo. Você sabe que no começo eu não botava a mão no fogo por você, né? Sabe que antes disso tudo acontecer eu te achado galinha, idiota, babaca, trouxa e o caralho a quatro. E quer saber? Ainda acho. Mas é tudo com meu no começo de cada uma dessas palavras. Por quantas obstáculos não passamos? Quantos obstáculos não enfrentamos? Quantas barreiras não destruímos? Por quanta coisa a gente não passou pra estar junto agora? Porra, por tanta! Eu pensei em desistir tantas vezes de você. Tantas… Eu pensei em jogar tudo pro ar e dizer adeus pra você. Mas aí, no meio de cada lágrima que eu derramava tinha um motivo pra continuar. Um que seja. Um que inexplicavelmente valia muito a pena. Tem alguma coisa que me prende em você. Mas eu não sei qual é. Desculpa, por cada palavra que eu disse acima. Desculpa se algumas delas te magoou ou sei lá. Eu odiava raimundos, sabia? E sabe o que você fez? Você fez eu gostar. Eu odiava tanta coisa em você. Seu orgulho principalmente. Odiava o jeito que você falava comigo depois de uma briga me fazendo voltar pra você como se nada tivesse acontecido. Eu odiava o jeito estranho e ridículo que você contava suas piadas. Eu odiava o tom da sua voz. Eu odiava o teu olhar. Eu nunca menti pra você e to mentindo pela primeira vez. Eu não odiava o jeito estranho e ridículo que você tem pra contar piada, eu não odeio o tom da sua voz, eu não odeio o teu olhar de quem me quer mais do que tudo na vida. Eu amo o jeito como você faz carinho em mim. Amo o jeito como você me olha nos olhos e em seguida mexe no meu cabelo. Eu amo quando você me prende em você me tornando incapaz de se mexer. Você é tão meu. E quer saber? Independente de tudo que possa acontecer, é tudo… Tudo do que eu ainda venha descobrir sobre você, porque eu sei, que existe muita coisa pra ser descoberta… Mas que você entenda, que eu sempre vou te amar. A cada segundo, cada minuto… E até mesmo a cada mancada que você der. Eu soltei o mundo pra segurar sua mão. Eu tô aqui com você, pro que der e vier. Tá entendendo, godinho? Pra tudo. Eu amo você, meu amor.”
quarta-feira, 11 de abril de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
"Amarrei uma fitinha no dedo indicador só pra lembrar de te esquecer. Fiz promessas pra mim, de que não iria levar isso tão longe. Fiz algumas simpatias para deixar de te amar tanto. Mas que tolice, esse meu eu apaixonado é tão enjoativo quão brigadeiro em excesso. Resolvi fazer outras coisas. Ler um livro, escutar uma música ou dançar. Beber alguma coisa e comer uma pizza. Tentei me distrair e tirar você da minha cabeça. Tentei me poupar das suas manias e das minhas lembranças mais corrosivas. Ajudei uma velhinha com as compras e fui lavar a louça que minha mãe tinha pedido. Mas por quê? Pra quê? É sempre a mesma coisa: faço coisas para de esquecer, e, por hora te esqueço, volto para minha rotina normal e lá vem você chegando de mala e cuia… Sem esquecer da saudade que lhe acompanha todos os dias; companheira fiel."
"É loucura imaginar que vai existir outra pessoa que possa suprir a falta que alguém faça. Nunca, por mais iguais que as pessoas sejam, por mais parecidas fisicamente, por mais gostos iguais, por mais tudo. Ninguém é igual ou substituível. Ninguém tem o mesmo papo, o mesmo jeito de falar, o mesmo toque, o mesmo beijo, o mesmo olhar. Ninguém tem as mesmas manias ou jeito de cruzar as pernas, ou quem sabe, mexer no cabelo. Ninguém entende ou aceita o outro da mesma forma. Ninguém se doa, ninguém se importa como outro alguém. É difícil entrar e sair da vida das pessoas. É difícil a vida de coveiro. Cavar no terreno do coração, fazer morada perpétua e simplesmente levantar da tumba e sair andando. Aquela cova que a gente cava, nenhum outro corpo ocupa, por mais que existam sete bilhões de outros corpos na face da terra. Ninguém tem o mesmo tempo, e mesmo que tenha, ninguém gasta ele da mesma forma. Mas a vida é uma caixinha de surpresas. A gente às vezes não quer se importar ou não quer que se importem tanto. Ou quer. Ou não sabemos. Ou sabemos e não queremos. Ou não queremos saber. É confuso, eu sei. Mas ó, nada melhor que cama e travesseiro. Se ali, com a cabeça recostada, com o vento tocando o corpo, com o silêncio da noite sussurrando no ouvido, ou a melodia tocando na alma, se ali tu lembrar de alguém e sentir uma saudade doída, uma necessidadezinha, um bem querer. Tu não precisa arranjar mais ninguém pra ocupar um espaço que já tem dono. Às vezes a gente só precisa enxergar o óbvio, ver aquilo que está na nossa frente e por um motivo, outro, ou todos, simplesmente passa despercebido. Cada um sabe a falta que o outro faz e o espaço que o outro ocupa. A vida é assim, às vezes a gente que complica tudo. Cobramos e procuramos respostas demais para coisas que simplesmente devem ser sentidas, não entendidas. Às vezes a gente perde por medo de ter. Ou deixa de ter por medo de perder. Sei lá, não curto perder."
terça-feira, 3 de abril de 2012
"O fato é que você nunca vai estar bem só, sempre vai faltar algo e você não saberá o quê e nem porquê. Porque todo mundo foi feito pra preencher vazios e ser preenchido, foi feito pra amar, pra sentir, pra retribuir e porque incrível que pareça, pra sofrer também. A verdade é que você sempre vai querer uma companhia, vai querer beijo de bom dia, carinho no entardecer, vai querer amor, vai pedir pra que algo bom aconteça na sua vida, vai chorar do que perdeu, agradecer e comemorar pelo o que ganhou. E irá perceber que no meio de tantas lembranças, por mais que esteja rodeado de pessoas, sempre faltará alguém. O teu alguém."
“Preciso da sua amizade… pra sempre… Quer saber o motivo? Porque é com você que eu chorei quando não tinha quem me abraçasse. Com você eu dei risada e tirei sarro de um monte de coisas. Com você eu xinguei em segredo quem não deveria xingar. Com você eu fiz planos, viagens, sonhos, momentos, prazeres… Pra você eu contei meus segredos e as coisas erradas que fazia. Pra você eu contei as certas, também. Verdade que foi você quem eu magoei sem saber que estava magoando, e sério, queria que tivesse sido diferente. Não sei se é motivo pra pedir minhas sinceras desculpas, o que passou já foi, o passado acaba quando a gente começa o presente, a partir de agora… começou. Mas é você, acima de tudo, que eu quero ter amizade sempre. Porque eu te amo e amo ainda mais ser seu amigo. Obrigado por me fazer sorrir. Agora pára de idiotice e me dá um abraço!”
segunda-feira, 2 de abril de 2012
domingo, 1 de abril de 2012
sábado, 17 de março de 2012
"‘Procure me amar quando eu menos merecer, porque é quando eu mais preciso.’Falamos à beça de amor. Apesar das nossas singularidades, temos pelo menos esse desejo em comum: queremos amar e ser amados. Amados, de preferência, com o requinte da incondicionalidade. Na celebração das nossas conquistas e na constatação dos nossos fracassos. No apogeu do nosso vigor e no tempo do nosso abatimento. No momento da nossa alegria e no alvorecer da nossa dor. Na prática das nossas virtudes e no embaraço das nossas falhas. Mas não é preciso viver muito para percebermos nos nossos gestos e nos alheios que não é assim que costuma acontecer. Temos facilidade para amar o outro nos seus tempos de harmonia. Quando realiza. Quando progride. Quando sua vida está organizada e seu coração está contente. Quando não há inabilidade alguma na nossa relação. Quando ele não nos desconcerta. Quando não denuncia a nossa própria limitação. A nossa própria confusão. A nossa própria dor. Fácil amar o outro aparentemente pronto. Aparentemente inteiro. Aparentemente estável. Que quando sofre não faz ruído algum. Fácil amar aqueles que parecem ter criado, ao longo da vida, um tipo de máscara que lhes permite ter a mesma cara quando o time ganha e quando o cachorro morre. Fácil amar quem não demonstra experimentar aqueles sentimentos que parecem politicamente incorretos nos outros, embora costumem ser justificáveis em nós. Fácil amar quando somos ouvidos mais do que nos permitimos ouvir. Fácil amar aqueles que vivem noites terríveis, mas na manhã seguinte se apresentam sem olheiras, a maquiagem perfeita, a barba atualizada. É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, e o chope é gelado. Nos cafés, após o cinema, quando se pode filosofar sobre o enredo e as personagens com fluência, um bom cappuccino e pão de queijo quentinho. Nos corredores dos shoppings, quando se divide os novos sonhos de consumo, imediato ou futuro. É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nos encontros erotizados, nas festas agendadas no calendário do de vez em quando. Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. E fala o tempo todo do seu drama com a mesma mágoa. Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja. Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na plateia. Quando até a própria alma parece haver se retirado. Difícil é amar quando já não encontramos motivos que justifiquem o nosso amor, acostumados que estamos a achar que o amor precisa estar sempre acompanhado de explicação. Difícil amar quando parece existir somente apesar de. Quando a dor do outro é tão intensa que a gente não sabe o que fazer para ajudar. Quando a sombra se revela e a noite se apresenta muito longa. Quando o frio é tão medonho que nem os prazeres mais legítimos oferecem algum calor. Quando ele parece ter desistido principalmente dele próprio. Difícil é amar quando o outro nos inquieta. Quando os seus medos denunciam os nossos e põem em risco o propósito que muitas vezes alimentamos de não demonstrar fragilidade. Quando a exibição das suas dores expõe, de alguma forma, também as nossas, as conhecidas e as anônimas. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, para caminhar ao seu encontro. Difícil é amar quando o outro repete o filme incontáveis vezes e a gente não aguenta mais a trilha sonora. Quando se enreda nos vícios da forma mais grosseira e caminha pela vida como uma estrela doída que ignora o próprio brilho. Quando se tranca na própria tristeza com o aparente conforto de quem passa um feriadão à beira-mar. Quando sua autoestima chega a um nível tão lastimável que, com sutileza ou não, afasta as pessoas que acreditam nele. Quando parece que nós também estamos incluídos nesse grupo. Difícil é amar quem não está se amando. Mas esse talvez seja o tempo em que o outro mais precise se sentir amado. Para entender, basta abrirmos os olhos para dentro e lembrar das fases em que, por mais que quiséssemos, também não conseguíamos nos amar. A empatia pode ser uma grande aliada do amor."
quinta-feira, 15 de março de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
Mas se amar fosse fácil e monótono, criariam um livro explicando cada passo. Explicando que, se tu sentir ciúmes demais, tu pode perder, se tu demonstrar de menos, também pode perder, se tu ser grossa, chata, fria, procurar se resguardar, tu pode perder, se tu for grudenta demais, carinhosa demais, amorosa, demais, se tu demonstrar demais, tu também pode perder. Se amor fosse fácil, não existiria dor. Se amor fosse fácil, ao invés de beber água a gente amaria pra matar a sede. Amar não é fácil, amar é tu aceitar as complicações do outro sendo que não aceita nem as tuas, amar é tu entender no outro algo que tu não entende nem em ti mesmo. Mas com tudo, se amar matasse, todo mundo já teria morrido. Amor, mesmo sendo chato, a gente não larga de mão. Você é como o amor, e é o meu amor. Chato, insuportável, e todo o dia eu penso “dessa vez vou desistir de ti, é sério”, mas daí amanhã eu me apaixono novamente. Amanhã eu já to de joelho na brasa novamente. É assim, amor é tipo eu e tu. A gente tenta desistir, mas quanto mais tenta, mais corre atrás. — por Eduarda Cadaval
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Alguém entra na sua vida, rouba seu tempo, destrói sua confiança, agride sua auto-estima, estilhaça o pouco que resta da sua esperança no amor. E sai ileso. Não adianta desperdiçar sofrimento por quem não merece. É como escrever poemas no papel higiênico e limpar o cu com os sentimentos mais nobres. — por Cazuza
Tem que dançar charmoso, ser irônico, ser calmo, porém macho (ou seja, não explodir por nada, mas também não calar por tudo). Tem que ser meio artista, mas também ter que saber cuidar dos meus problemas burocráticos. Tem que amar tudo o que eu escrevo e me olhar com aquela cara de: essa mulher é única. — por Tati Bernardi
"Tá decidido. Não posso mais voltar atrás. Fiz essa promessa quando resolvi seguir em frente. Declarei a guerra entre o meu cérebro e coração. Guardei as lembranças na última gaveta da estante da sala nova. Tirei das caixas meus maiores sonhos. Arrumei a mesa. Olhei o espaço vazio na cadeira sem saber o que fazer. Imaginei um milhão de pessoas sentadas lá. Inclusive você implicando com a cor da parede. Como eu queria me lembrar de como era antes. Sussurrei para o espelho: Onde foi que escondi o meu eu sem você?
Vi pela janela nuvens se aproximando. Choveu por semanas dentro de mim. Transbordei e ninguém nem percebeu. A dor me fez criança. Mostrou o quanto ainda tenho que aprender. Foi aí que fechei os olhos e parei de perguntar o por que.
Decidi agradecer e desejar o melhor pra nós dois. Que o destino saiba exatamente o que está fazendo e que as nossas lembranças continuem de alguma forma nos unindo. E que principalmente, a vida não perca seu sentido. Literalmente."
Vi pela janela nuvens se aproximando. Choveu por semanas dentro de mim. Transbordei e ninguém nem percebeu. A dor me fez criança. Mostrou o quanto ainda tenho que aprender. Foi aí que fechei os olhos e parei de perguntar o por que.
Decidi agradecer e desejar o melhor pra nós dois. Que o destino saiba exatamente o que está fazendo e que as nossas lembranças continuem de alguma forma nos unindo. E que principalmente, a vida não perca seu sentido. Literalmente."
''Me dê notícias. Não some assim não. Não me tortura desse jeito. Você sabe que eu sempre fui todo torto e você foi a única pessoa que conseguiu fazer com que eu caminhasse em linha reta. E por um descuido teu, ou nosso, perdemos a direção. Talvez eu fosse capaz de andar em linha reta pela forma que você segurava minha mão ou não, talvez fosse o teu jeito todo atenciosos que me ajeitou. Sei lá sabe, é como ter uma situação problema na aula de matemática que ninguém consegue resolver. E de repente, aquele aluno que vive escondido, vive pelos cantos se escondendo atrás daquele moletom cheio de retalhos, levanta do seu lugar, e com a maior facilidade do mundo, obtém o resultado. Foi praticamente isso que tu fizeste comigo. Todos que tentaram um dia me apoiar, me entender, desistiram pelo meio do caminho. E ninguém foi capaz de consertar esse meu jeito todo torto. Quem sabe isso seja irreparável. Mas enquanto você estiver do meu lado, alguma solução para isso ainda haverá. Eu só te peço por favor, não some desse jeito não, não solta da minha mão." by Arthur Macedo (via compreender)
segunda-feira, 12 de março de 2012
"A gente pode dar um nó por mil motivos nessa vida. Não é uma decisão fácil, e nem todo mundo consegue fazer exatamente quando quer. Às vezes, acontece. Sem motivos explicáveis ou todos do mundo. Queremos parar de tropeçar, proteger, afastar ou segurar alguém. Um sentimento. Um breve momento que seja.
Um laço mal dado também às vezes vira um nó. Acontece sempre quando a gente quer que dure mais tempo do que realmente deveria durar ou quando não temos tempo e alma pra fazer. Um passo, dois passados, um tropeço. Desamarrou, embolou e deu nó.
Algumas pessoas não conseguem desfazer o próprio nó. Vivem, incansavelmente, buscando uma maneira de fazer com façam isso por elas. Beijando, bebendo, enlouquecendo e esticando a corda até quase o limite. Assim não funciona, o nó aperta e fica mais forte. Dia após dia.
Alguns nós não podem ser simplesmente desfeitos. São eles que seguram nossa alma dentro do nosso próprio corpo. Eles que nos fazer aguentar firme as quedas que a vida dá todo dia. Seja continuando lá, ou na hora certa, desaparecendo, pra que finalmente percebamos que nossa corda é mais longa do que imaginávamos. Ou que lá embaixo, no fundo do poço, existe alguém olhando pra cima e com os braços abertos.
Quer saber? Chega dessa coisa de alma gêmea. Sempre existirá alguém, e não necessariamente será essa pessoa sempre. A dura realidade é que nós seres humanos não fomos feitos pra eternidade. Assim como o que sentimos. Seguimos em frente, e levamos o melhor o pior de tudo aquilo que vivemos. Pra da próxima vez, nos próximos nós que surgirem, consigamos nos libertar sem sofrer pelas mesmas dores.
Tudo isso porque, independente de quem você seja ou com quem esteja, no final, será sempre só você e esses grandes e (quase) impossíveis nós."
Um laço mal dado também às vezes vira um nó. Acontece sempre quando a gente quer que dure mais tempo do que realmente deveria durar ou quando não temos tempo e alma pra fazer. Um passo, dois passados, um tropeço. Desamarrou, embolou e deu nó.
Algumas pessoas não conseguem desfazer o próprio nó. Vivem, incansavelmente, buscando uma maneira de fazer com façam isso por elas. Beijando, bebendo, enlouquecendo e esticando a corda até quase o limite. Assim não funciona, o nó aperta e fica mais forte. Dia após dia.
Alguns nós não podem ser simplesmente desfeitos. São eles que seguram nossa alma dentro do nosso próprio corpo. Eles que nos fazer aguentar firme as quedas que a vida dá todo dia. Seja continuando lá, ou na hora certa, desaparecendo, pra que finalmente percebamos que nossa corda é mais longa do que imaginávamos. Ou que lá embaixo, no fundo do poço, existe alguém olhando pra cima e com os braços abertos.
Quer saber? Chega dessa coisa de alma gêmea. Sempre existirá alguém, e não necessariamente será essa pessoa sempre. A dura realidade é que nós seres humanos não fomos feitos pra eternidade. Assim como o que sentimos. Seguimos em frente, e levamos o melhor o pior de tudo aquilo que vivemos. Pra da próxima vez, nos próximos nós que surgirem, consigamos nos libertar sem sofrer pelas mesmas dores.
Tudo isso porque, independente de quem você seja ou com quem esteja, no final, será sempre só você e esses grandes e (quase) impossíveis nós."
sábado, 10 de março de 2012
Cérebro, precisamos conversar. Não, é agora mesmo. A situação requer rapidez. Urgência. Vamos ao que interessa: agradecia que você deixasse de o colocar em meus pensamentos a toda hora. Dificulta bastante o que quer que eu esteja fazendo. Agradecia também que fizesse um esforço para esquecê-lo, de vez em quando. E coração, você não tá fora dessa, não. Vê se ajuda aí. Sinta menos saudade. Ame menos. Se for possível, colabore. Antes que eu enlouqueça de vez…
sexta-feira, 9 de março de 2012
terça-feira, 6 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
domingo, 4 de março de 2012
CHOREEEEI
Ele: Alô?
Ela: Eu te amo.
(silêncio)
Ele: Olha,eu...
Ela: Não, não fala nada. Me deixa pôr pra fora isso tudo. Eu sei que são 4 horas da manhã e eu te acordei sem me importar se você estaria com ela na sua cama ou não. Mas eu não quis deitar com essa vontade que eu estava de ouvir a tua voz. Sim, deitar. Porque há noites eu não consigo dormir pensando em nós. Olha, eu sei que você não gosta que te acordem durante a madrugada e sei até que você desliga o celular para não ser perturbado. Eu sei que eu deveria ter deletado seu número da minha agenda, eu sei disso. Quer dizer, eu deletei. Mas ele permaneceu gravado na memória. E isso é péssimo considerando a situação em que nos encontramos, não é? Mas olha, não desliga ainda. Eu sei que provavelmente você está fingindo estar falando com um amigo qualquer para que ela não note que sou eu a te ligar a essa hora. Eu sei que você deve estar passando a mão no rosto dela e rindo da sua cara de sono e do seu sorriso bobo. A noite está fria, então ela deve estar pedindo seu colo e aninhando-se em seus braços para roubar um pouco do calor do teu corpo para se aquecer. Diga a ela que você gosta de carinhos na nuca e que gosta que esses carinhos permaneçam até que você adormeça. Diga a ela que você odeia perfume doce demais. Eles te fazem espirrar e você fica irritado quando espirra. Diga a ela que você ama fazer cócegas e gosta de pão quentinho pela manhã juntamente com seu café-com-leite. Diga a ela que você aprecia quando roubam sua camisa para fazê-la de pijama. E que você gosta mais ainda quando o perfume fica. Diga a ela que você odeia perder no vídeo-game e que não gosta que mexam nas suas coisas. Você diz que tem sua “bagunça organizada”. (Ela sorri ao lembrar disso). Diga a ela que você gosta de contar como foi seu dia enquanto prepara o jantar. Ah, o mais importante. Não esqueça de dizer a ela o quanto você gosta de ouvir um “eu te amo.” E que ele precisa ser sincero. Só diga a ela para cuidar de você, do mesmo jeito que eu cuidaria, tá? E me desculpa por isso. Me desculpa por tudo que poderíamos ter sido e não fomos. Me desculpa por te amar tão perdidamente. Me desculpa por sentir tanto a tua falta. Se cuida pra mim, eu quero te ver bem. Eu te amo.
Ela desliga o telefone e ele encontra-se debruçado em lágrimas.
Ele: Eu também te amo. E ninguém vai tomar seu lugar.
Ela: Eu te amo.
(silêncio)
Ele: Olha,eu...
Ela: Não, não fala nada. Me deixa pôr pra fora isso tudo. Eu sei que são 4 horas da manhã e eu te acordei sem me importar se você estaria com ela na sua cama ou não. Mas eu não quis deitar com essa vontade que eu estava de ouvir a tua voz. Sim, deitar. Porque há noites eu não consigo dormir pensando em nós. Olha, eu sei que você não gosta que te acordem durante a madrugada e sei até que você desliga o celular para não ser perturbado. Eu sei que eu deveria ter deletado seu número da minha agenda, eu sei disso. Quer dizer, eu deletei. Mas ele permaneceu gravado na memória. E isso é péssimo considerando a situação em que nos encontramos, não é? Mas olha, não desliga ainda. Eu sei que provavelmente você está fingindo estar falando com um amigo qualquer para que ela não note que sou eu a te ligar a essa hora. Eu sei que você deve estar passando a mão no rosto dela e rindo da sua cara de sono e do seu sorriso bobo. A noite está fria, então ela deve estar pedindo seu colo e aninhando-se em seus braços para roubar um pouco do calor do teu corpo para se aquecer. Diga a ela que você gosta de carinhos na nuca e que gosta que esses carinhos permaneçam até que você adormeça. Diga a ela que você odeia perfume doce demais. Eles te fazem espirrar e você fica irritado quando espirra. Diga a ela que você ama fazer cócegas e gosta de pão quentinho pela manhã juntamente com seu café-com-leite. Diga a ela que você aprecia quando roubam sua camisa para fazê-la de pijama. E que você gosta mais ainda quando o perfume fica. Diga a ela que você odeia perder no vídeo-game e que não gosta que mexam nas suas coisas. Você diz que tem sua “bagunça organizada”. (Ela sorri ao lembrar disso). Diga a ela que você gosta de contar como foi seu dia enquanto prepara o jantar. Ah, o mais importante. Não esqueça de dizer a ela o quanto você gosta de ouvir um “eu te amo.” E que ele precisa ser sincero. Só diga a ela para cuidar de você, do mesmo jeito que eu cuidaria, tá? E me desculpa por isso. Me desculpa por tudo que poderíamos ter sido e não fomos. Me desculpa por te amar tão perdidamente. Me desculpa por sentir tanto a tua falta. Se cuida pra mim, eu quero te ver bem. Eu te amo.
Ela desliga o telefone e ele encontra-se debruçado em lágrimas.
Ele: Eu também te amo. E ninguém vai tomar seu lugar.
sexta-feira, 2 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
❝
-Eu tentei, mas fracassei, me desculpa.
-Eu não entendo. No que você fracassou?
-Eu tentei me convencer.. Tentei me enganar, mas não deu, eu não consigo mais.
-Seja direto. Não esconda mais nada.
-Eu não posso mais me enganar, não posso fingir que não te amo, que não sou apaixonado por você, eu me afastei pra te esquecer, mas a distância só fez eu pensar mais em você.
-Eu não entendo. No que você fracassou?
-Eu tentei me convencer.. Tentei me enganar, mas não deu, eu não consigo mais.
-Seja direto. Não esconda mais nada.
-Eu não posso mais me enganar, não posso fingir que não te amo, que não sou apaixonado por você, eu me afastei pra te esquecer, mas a distância só fez eu pensar mais em você.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Amigo: — Cara, você se arrependeu de ter terminado com ela?
Ele: — Olha pra mim, você acha que eu me arrependi? Eu saia sexta e só voltava segunda de manhã pra trabalhar. Eu peguei a mãe, a filha, a prima, a tia e só não peguei a vó da vizinha, porque ela tinha hemorroida. Eu tinha cortesia pra entrar nas melhores baladas. Eu esnobei as garotas que todos os homens queriam pegar. Transei de segunda à sábado, e domingo eu via futebol. Detalhe, sem ninguém me chamando pra ir ver a porra do casal feliz no Faustão ou sei lá o que. Me mandavam mensagens o dia todo e se você perguntar se eu li alguma eu vou te dizer que não. Eu podia ver filme pornô, levar a guria que eu quisesse pra minha cama e depois chamar o taxi pra ela ir embora pra eu não precisar gastar gasolina, porque convenhamos, tá cara pra caralho. Eu era o que elas queriam de qualquer jeito. E eu, queria todas de qualquer jeito, mas só um pouquinho cada uma. Chamava todas de bê, pra não errar o nome de nenhuma. E por que diabos elas achavam que isso era fofo? Eu ia pra academia as três das tarde e voltava as oito da noite. Tenho uma coleção de calcinha perdida na última gaveta da minha estante. Eu saia na rua com o som alto no carro e podia escolher a dedo, quero essa, depois essa e mais tarde, essa. Na minha geladeira nunca tinha uma caixa de cerveja, eram no minimo quatro. Eu não devia nada pra ninguém. A única guria que me cobrava alguma coisa, era minha mãe. Me cobrava minha cueca lavada e só. Não tinha que ir no cinema ver as comédias românticas e falar “own amor, eu faria o mesmo por você”. Não tinha que deixar de ir pra balada pra fazer um lanchinho em família. Não precisava me preocupar em horário e olhava pra quem eu queria na rua. Minha casa tinha festa toda quarta. Camisinha aqui tinha do Bob Esponja até das Três espiãs demais. E eu ainda dava de brinde um moranguinho pra cada garota. Meu trampo era sentado na frente do computador. Peguei tua irmã cara. A amiga dela. A Carolzinha filha do Prefeito da cidade. A Jú filha do gerente do banco. Loira, morena, ruiva, que gostava de pagode até a que gostava de gospel. Eu tinha o mundo na minha mão. E você me pergunta se eu me arrependi? Me arrependi caralho. Porque toda essa porra de vida perfeita nesses 9 meses que fiquei sem ela não teve valor nenhum depois que eu vi ela sorrindo de um jeito que nunca sorriu pra mim, pra um outro cara aí. Pra um vagabundo desgraçado que vai fazer ela feliz, porque eu, eu não fiz ela feliz e ainda mandei a melhor coisa que eu tinha na vida me esquecer. E sabe o que é pior? Ela me obedeceu.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
❝
O cara diz que te ama, então tá. Ele te ama. Sua mulher diz que te ama, então assunto encerrado. Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas. Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de milhas, um espaço enorme para a angústia instalar-se. A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e verbalização, apesar de não sonharmos com outra coisa: se o cara beija, transa e diz que me ama, tenha a santa paciência, vou querer que ele faça pacto de sangue também? Pactos. Acho que é isso. Não de sangue nem de nada que se possa ver e tocar. É um pacto silencioso que tem a força de manter as coisas enraizadas, um pacto de eternidade, mesmo que o destino um dia venha a dividir o caminho dos dois. Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que sugere caminhos para melhorar, que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida em você, caso você esteja delirando. “Não seja tão severa consigo mesma, relaxe um pouco. Vou te trazer um cálice de vinho”. Sentir-se amado é ver que ela lembra de coisas que você contou dois anos atrás, é vê-la tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ela fica triste quando você está triste e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d´água. “Lembra que quando eu passei por isso você disse que eu estava dramatizando? Então, chegou sua vez de simplificar as coisas. Vem aqui, tira este sapato.” Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão. Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente bem-vindo, que se sente inteiro. Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que não existe assunto proibido, que tudo pode ser dito e compreendido. Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo. Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda, mas escuta. Agora sente-se e escute: eu te amo não diz tudo.
❝
Diariamente eu chego a simples conclusão de que a vida é tão maravilhosa porque também é feita de colos, de feridas que cicatrizam, de amigos que celebram ou choram junto, de café coado com coador de pano, de gente que pega ônibus ou faz caminhada pela manhã, de quem planta o que se pode comer, de vizinhos que alimentam seus gatos com comida de gente. Que a vida é feita de algumas pessoas que direcionam todo o seu potencial criativo para melhorar a qualidade de vida de gente que eles nem conhecem. Que é feita de e-mails que chegam recheados de saudade e de cartas extraviadas solitárias numa gaveta de um correio qualquer. De muros e pontes e cais. De aviões que suprimem distâncias e de barcos que chegam. De bicicletas que atravessam cidades. De redes que balançam gente. De rostos que recebem beijos. De bocas que beijam. De mãos que se dão. Que existem pessoas altamente gostáveis, altamente rabugentas, altamente generosas, pessoas distraídas que perdem as coisas, mal-educadas que buzinam sem necessidade, pessoas conectadas que se preocupam com o lixo, pessoas apaixonadas e apaixonantes, possíveis e impossíveis, pessoas que se entregam, pessoas que se privam, pessoas que machucam, pessoas que chegam pra curar; desencadeadores de poemas, de sorrisos, de lições de vida que ficarão guardadas para sempre.. A vida é tão maravilhosa porque ela nos compensa com ela mesma.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
❝
O que você tem a perder com isso? Pelo que eu saiba, nada. Quem está perdendo nisso tudo, sou eu. Faz tempo que eu venho perdendo, perdendo a vontade das coisas, perdendo esperança, perdendo confiança em mim mesma, e acima de tudo, perdendo você; aos poucos, cada dia que passa eu perco uma parte de você, e eu não a acho. É, não é fácil, eu digo que desisto, e começo a me focar em desistir, tento ao máximo fazer com que isso aconteça, até conseguir parar de atualizar tuas redes sociais, eu consigo. E aí começo a não te procurar, eu me esforço, juro que me esforço. Até você redirecionar uma palavra a mim, e todas as forças que eu havia juntado para me afastar de você, elas simplesmente desaparecem, e tudo que eu vejo é você, novamente. Eu sei, não sabendo do que tu sente, às vezes fica claro uma coisa e depois você prova o contrário, como se você fosse um enigma, e quisesse que eu lhe desvendasse. Sua incerteza, egoísmo, indiferença, me matam, aos poucos, me deixam cada dia que passa pior, e eu não sei o que fazer pra mudar isso. Eu tento me manter bem, dizer que estou bem, mentir para mim mesma dizendo que tudo vai ficar bem, mas e aí eu começo a me recordar de tudo, e não adianta mentir quando a verdade está escrita na tua testa. Você é assim por que quer, ou por que sempre foi dessa forma? Tipo, frio, indiferente, tanto faz com tudo. Tu consegue esconder tudo tão facilmente, isso me surpreende. Seria bom se eu conseguisse esconder os meus sentimentos, mas quando tento eu os deixo mais visíveis. Eu tentei de tudo, desde que terminamos, eu conheci outras pessoas, me envolvi com um garoto, mas sabe quando você fecha os olhos e só vem uma imagem na tua cabeça? Então, vinha você, mesmo nunca ter te visto pessoalmente, vinha à imagem de uma foto sua, sorrindo. Por pouco não o chamei pelo seu nome. Talvez pra você seja complicado também, mas eu gostaria de te entender. Eu tentei me desapegar, mas como é isso? É impossível. Eu nunca fui de quebrar minhas promessas, e uma delas foi que eu teria você, e que eu cuidaria de você, pra sempre. O meu “pra sempre” funciona até meu coração parar de bater. Deve ser por isso que eu não consigo me soltar ou fugir; fugir desse compromisso ou obrigação, de estar contigo e tentar ser a melhor a cada instante. Lembra quando você disse que não se pode ganhar uma corrida com o motor desligado? Então, eu só estou esperando você dar a partida pra eu avançar. Mas seria a mesma coisa que vendar os olhos e ir para uma avenida movimentada. É missão suicida tentar te ter, você é algo surreal, diferente de qualquer outra pessoa. É impossível saber se você está ou não falando a verdade, se você quer aquilo ou está fazendo apenas um teste. Mas chega uma hora, que você simplesmente cansa de tudo, de você mesmo, dos outros, da vida, e a única coisa que você faz é dormir ou se viciar em algo perigoso. Qualquer coisa me lembra você, minha banda favorita agora, é por influencia tua. Sabe quando qualquer coisa te lembra uma pessoa? E então você fica instantaneamente desnorteado, tipo, mal? Então. Sabe quando você começa a se preocupar mais com a outra pessoa do que com si mesmo? Eu não sei como, e nem porque, mas eu me importo mais com a tua felicidade, bem-estar, e tudo mais, do que comigo mesma; se você está feliz ou demonstrando felicidade isso me reanima de uma forma estranha. Lembra quando eu disse para vivermos o presente e parar de temer o futuro? Eu estava falando sério, o agora é o que importa. Você pensa demais nas consequências que irão surgir, você pensa demais nos contras, você é um tanto pessimista. Para de pensar nos teus erros, nos meus erros, tenta viver e se livrar um pouco das coisas, se arriscar um pouco mais, fazer acontecer. Deixa a teoria de lado, você já sabe tudo, coloque em prática. Você tem tudo pra ser realmente feliz, mas você só consegue se focar nas coisas ruins. Você já pensou que se você não fosse tão calculista as coisas tomariam o rumo certo? Eu não me arrependo de nada, de nada que já aconteceu até hoje, talvez eu me arrependa de ter sido babaca contigo no começo, mas foi só assim que eu me toquei que era você, e sempre será você. Posso estar exagerando, dizendo que você seja a única pessoa que eu amarei, mas e se for? Eu não quero pensar no amanhã, eu não penso, eu apenas anseio, sabe, por coisas boas, que tudo dê certo. Mas eu aprendi que pensar no futuro, só irá fazer meu presente ficar parado e intocado, não recua, não avança, fica ali, naquela monotonia, mesmice de sempre. Eu prefiro arriscar, dar a cara à tapa, e até mesmo o braço a torcer, quando eu vejo que vale a pena, e você sim, você vale a pena. Porque como eu disse no começo, eu estou te perdendo aos poucos, cada parte de você está distante a cada segundo que passa. Você disse pra eu ir em busca da minha felicidade, e eu estou fazendo isso, agora. A única coisa que consegue me fazer bem de verdade é você. Quando eu disse que te amava, todas as vezes que eu disse isso, foram todas verdadeiras. Isso é recíproco? Espero que seja. Só não perca mais tempo, e desfaça esse meio termo que nasceu em torno de nós dois. Vai, não vai, para, avança, incerteza, medo. Pra que isso? Você sempre foi melhor do que eu imaginei, e saberá a resposta certa. Só que dessa vez, pense nos prós. Você sabe onde me encontrar, mas talvez o tempo esteja se esgotando, uma hora você cansa de esperar e realmente desiste, e eu não estou a fim de desistir de você, então faça a coisa certa, se você quiser que eu desista fale agora, se você quer que eu continue fale, e se você quer deixar como está, bom, você vai acabar me afastando aos poucos. E eu não sei se é isso que você quer, porque ambos sabemos que eu sou uma das poucas pessoas que você realmente confia. Você não vai ser o primeiro, nem o último a me deixar com incerteza, mas se eu estou deixando meu orgulho de lado mais uma vez, pode ter certeza que o que eu sinto por você, é maior do que você possa imaginar, e é verdadeiro. Então, a escolha é tua.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
E a minha felicidade pertence só a mim
Cresci, amadureci, aprendi, me cansei, parei de definir meu humor pelas atitudes “dele”, seja lá quem for o “ele”. Se ele ligou, apareceu, me amou, voltou, ótimo! Se não, o sol brilha tanto lá fora, o céu tá tão azul e a vida tão divertida que não vale a pena lamentar. Troquei o “foi assim” pelo “eu quis assim”, deixei tudo que me causava dor, fiz meu próprio caminho e só trouxe comigo o que me faz bem. Descobri que amor é diferente dessas vontades efêmeras que eu andei tendo, que ser feliz é mais facil do que pensamos, que um sorriso vale muito e que tudo que nós precisamos é de amor. E se eu já era livre agora pretendo ir ainda mais longe, mais alto, mais além. E eu não vou parar de subir ou pra ver o que ficou embaixo, não vou descer tão cedo… Eu joguei fora essa idéia de ter que ser sozinha. Eu passei muito tempo da minha vida depositando minha felicidade em mãos erradas, eu finalmente entendi que ela só pertence a mim. Infelizmente eu não posso colocar aqui o sorriso que eu ando desfilando ultimamente, mas podem ter certeza de que é o meu melhor. Por que vida é pilantra, o mundo cruel, o amor é complicado, mas eu tô bem demais.
“Não me falta homem, o que me falta é amor.”
” Na verdade, podemos tornar mais abrangente esta questão tão entranhada no universo dos sentimentos humanos. Pois, quantidade não é o problema, mas qualidade… É mesmo algo muito raro. ” Marilyn Monroe
- Nome: Mayara Lima
- Irmãos: 2
- Signo: Câncer
- Olhos: castanho
- Uma banda: Aviões
- Uma pessoa: Mãe
- Um sentimento: Amor
- Um animal:Cachorro
- Um meio de comunicação: Internet
- Um desenho: As três espiãns demais
- Uma estação:Verão
- Uma música:vixe,depende do momento
- Um objetivo: me formar
- Um filme: qualquer gato vira lata
- Um ator:
- Uma cantora:
- Um cantor:
- Uma flor:rosa
- Uma roupa:shorte e blusa
- Uma arma: ..
- Um programa de televisão:
- Um horário:
- Um verbo: Viver
- Um ídolo: Pai
- Um número:5
- Uma comida: miojo KK
- Uma letra:M
- Um doce: de leite
- Um amor: minha família
- Um Livro: nunca desista dos seus sonhos
- Um passatempo: Internet
- Uma marca:
- Uma matéria: Português
- Dia/Noite: Noite
- Amor/Paixão: Amor
- Por/Nascer do sol: Pôr
- Verdade/Desafio: Verdade
- Piscina/Oceano: oceano
- Bolo/Torta: bolo da minha avo
- Praia/Campo: praia
- Cego/surdo: Surdo
- Chorou?nao
- Escreveu uma carta? nao
- Falou com o seu amor? q amor? kkkk NAM
- Sentiu-se estúpido? nao
- Teve uma conversa séria? sim
- Viu alguém que não via há muito tempo?sim
- Conheceu alguém? sim
- Sentiu falta de alguém? sim
- Apaixonou-se? não
- Fez alguém chorar? Sim
- Um bom ouvinte? sim
- Uma boa companhia? as vezes
- Uma pessoa feliz?ainda nao
- Bonito? não
- Um bom amigo? sim
- Um bom conselheiro? sim
- Já pensou que fosse morrer? sim
- Se apaixonou por algum professor? Não
- Se declarou? sim
- Guardou um segredo? vários
- Sente saudades do que? passado
- O que costuma tomar café da manhã? nao como
- O que tem nas paredes do seu quarto?nada :s
- Você coleciona alguma coisa? sim
- Uma música que marcou sua vida? muitas
- Uma música que você está vivendo? ..
- Que tipo de filme você curte?comedia romantica
- Qual seu ponto fraco? confiar demais, ''W''
- Você toca algum instrumento? nao
- Se você fosse numa festa à fantasia hoje, do que você gostaria de ir vestido?..
- A primeira palavra que vier a sua cabeça:amor
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