quinta-feira, 26 de abril de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
"Se você acredita em mim esquece tudo e todos e vem logo pra mim, porque
eu não quero (e nem vou) ficar reafirmando meu amor. Minha última carta
de amor mesmo, se é que isso pode ser considerada uma carta, mas é a
última vez que lhe escrevo e quando acabar de ler vai entender o porquê
de não precisar mais te escrever. É que eu não sei como digo isso, se é
que devo dizer algo, seria muito mais fácil te dar um beijo, arrancar a
tua roupa, e te dizer certas coisas enquanto o seu pênis está penetrando
na minha vagina. Amo o sexo com você, amo o beijo com você, amo a
música com você, amo tudo com você, e eu quero amar tudo isso durante
uma briga pelo controle remoto da nossa televisão, sim, nossa. Não sei
porque estou fazendo isso, talvez seja o vinho que bebi demais, ou então
seja apenas você, você que me faz bem, que agora não sai da minha
cabeça, e você que já me tem desde aquele café derrubado em cima do meu
trabalho da escola, se lembra? Era você ali, está sendo você aqui, e vai
ser você lá. Lá na nossa casa, aquela que a gente sempre fez planos pra
comprar, mas nunca comprou porque a gente nunca tem dinheiro e quanto
tem gasta com todo este vinho que me leva a cometer loucuras de amor.
Desculpa se eu não sou aquele tipo de mulher que se mata em dietas e ama
lingerie vermelha, mas eu sou isso e é isso que você vai ser obrigado a
conviver o resto da tua vida se decidir passá-la ao meu lado. Olha, não
sei exatamente como e porque a gente está junto até hoje, vai saber o
motivo da gente nunca desistir da gente quando tudo dá errado e você ou
eu saímos por aquela porta, mas o que importa e sempre vai importar é
que a gente tá junto e ninguém (nem reza, nem macumba, nem praga)
consegue separar a gente. E apesar de tudo, eu gosto disso, de ter um
colo a noite, um ombro gostoso no final da tarde. Eu gosto dessa vida a
dois que a gente foi criando aos pouquinhos e que hoje parece impossível
sair dela. Essa vida em que você cuida de mim e eu tento cuidar de você
um pouco mais a cada dia que o sol bate na nossa cara depois de uma
noite inteira transando e berrando pra todo mundo que a gente se quer. A
gente se quer, não quer? Mas eu quero você em tempo integral, na minha
cama todos os dias, na sala, sei lá, quero você até no chão. Eu nunca
fui boa em te pedir nada, nunca consegui te pedir nem um beijo, nem
abraço, nem nada, eu sempre olhei pra você e sorri, te obrigando a
entender o que eu queria, mas agora não dá, tenho que falar, e como
nunca ouvi nenhuma resposta sua tenho medo de como vai responder. Olha,
eu quero mais de você, mais de mim, mais da gente, tá legal? Eu quero
morar com você, dividir escovas de dente, cama, cachorro e televisão,
quero sair todos os dias por uma porta e voltar para aquela mesma porta a
noite, entendeu? Quero ter um lugar que seja da gente, quero que a
gente tenha tudo só nosso, que tenha nossas brigas, nossas transas,
nosso café. Mas que droga, quer casar comigo?"
domingo, 22 de abril de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
“Filho da puta! É isso que você é. Mas o problema é que você é o filho da puta que me faz feliz. Brincou comigo de uma forma que, não dá explicar. E nos olhos de outros pessoas, seria um erro imperdoável. Tentei por diversas vezes terminar. E o pior, chegamos aonde nunca imaginamos chegar. No fim. Você seguiu sua vida e eu a minha. Mas sabe o que é mais irônico disso tudo? Não ficamos longe um do outro 3hrs se quer. Eu mandei você seguir sua vida, caralho. Por que você voltou? Por que tu mandou aquele sms? Por que você fez isso comigo? Por que? Por que? São perguntas que não saem da mente. E sabe o que é pior? Nenhuma dessas perguntas tem resposta. Será que você não tem medo? E se um dia eu resolver virar as costas pra você? E se um dia você precisar da minha mão e eu não quiser te dar? E se… Porra. E se eu resolver te esquecer? Por que você não pensou nisso antes de fazer toda a cagada que você fez? Moleque! Isso que você foi. Eu nunca menti pra você, nunca. E você bom… Você foi covarde o suficiente pra cometer esse erro. “Vê se volta amor, eu não posso te perder…” Você não devia ter me mandado isso. Não devia. Você não devia ser irresistível desse jeito… Quantas chances eu já te dei? Muitas. E sabe o que você fez com elas? Você as desperdiçou. Como se nada daquilo valesse a pena. Por quantas vezes a gente não tentou recomeçar? Por quantas vezes, me diz? Quantas vezes você me prometeu que nunca mais “tal” coisa iria acontecer? Muitas. E sabe o que aconteceu? Aconteceu da pior forma possível. Da forma em que eu pudesse ver, ler, qualquer coisa se quer, e chorar. Chorar até, bom. Até eu mesma ter dó de mim. Por favor, cala a boca. Você não tem mais razão de me falar nada. Aquele foi o pior domingo da minha vida. Sabe, eu poderia ficar aqui falando por horas e não descontaria nenhum pouquinho da minha raiva em você. A gente voltou. A gente tá junto. Não faz eu me arrepender, não faz… Faça valer a pena agora. Faça tudo isso ter sentido. Mete a cara, porra. Luta comigo, não faz eu perder isso. E se perder, por favor, fica do meu lado. Que seja pra perdermos juntos. Quer saber? Com você eu não vou perder nada. Você tá comigo e mesmo se a gente tiver “perdido” vai ser como se tivéssemos ganhado. Sabe por que? Porque justamente, você estava lá comigo. Você é tudo. Amigo, namorado, amante, companheiro. Tudo. Você sabe que no começo eu não botava a mão no fogo por você, né? Sabe que antes disso tudo acontecer eu te achado galinha, idiota, babaca, trouxa e o caralho a quatro. E quer saber? Ainda acho. Mas é tudo com meu no começo de cada uma dessas palavras. Por quantas obstáculos não passamos? Quantos obstáculos não enfrentamos? Quantas barreiras não destruímos? Por quanta coisa a gente não passou pra estar junto agora? Porra, por tanta! Eu pensei em desistir tantas vezes de você. Tantas… Eu pensei em jogar tudo pro ar e dizer adeus pra você. Mas aí, no meio de cada lágrima que eu derramava tinha um motivo pra continuar. Um que seja. Um que inexplicavelmente valia muito a pena. Tem alguma coisa que me prende em você. Mas eu não sei qual é. Desculpa, por cada palavra que eu disse acima. Desculpa se algumas delas te magoou ou sei lá. Eu odiava raimundos, sabia? E sabe o que você fez? Você fez eu gostar. Eu odiava tanta coisa em você. Seu orgulho principalmente. Odiava o jeito que você falava comigo depois de uma briga me fazendo voltar pra você como se nada tivesse acontecido. Eu odiava o jeito estranho e ridículo que você contava suas piadas. Eu odiava o tom da sua voz. Eu odiava o teu olhar. Eu nunca menti pra você e to mentindo pela primeira vez. Eu não odiava o jeito estranho e ridículo que você tem pra contar piada, eu não odeio o tom da sua voz, eu não odeio o teu olhar de quem me quer mais do que tudo na vida. Eu amo o jeito como você faz carinho em mim. Amo o jeito como você me olha nos olhos e em seguida mexe no meu cabelo. Eu amo quando você me prende em você me tornando incapaz de se mexer. Você é tão meu. E quer saber? Independente de tudo que possa acontecer, é tudo… Tudo do que eu ainda venha descobrir sobre você, porque eu sei, que existe muita coisa pra ser descoberta… Mas que você entenda, que eu sempre vou te amar. A cada segundo, cada minuto… E até mesmo a cada mancada que você der. Eu soltei o mundo pra segurar sua mão. Eu tô aqui com você, pro que der e vier. Tá entendendo, godinho? Pra tudo. Eu amo você, meu amor.”
quarta-feira, 11 de abril de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
"Amarrei uma fitinha no dedo indicador só pra lembrar de te esquecer. Fiz promessas pra mim, de que não iria levar isso tão longe. Fiz algumas simpatias para deixar de te amar tanto. Mas que tolice, esse meu eu apaixonado é tão enjoativo quão brigadeiro em excesso. Resolvi fazer outras coisas. Ler um livro, escutar uma música ou dançar. Beber alguma coisa e comer uma pizza. Tentei me distrair e tirar você da minha cabeça. Tentei me poupar das suas manias e das minhas lembranças mais corrosivas. Ajudei uma velhinha com as compras e fui lavar a louça que minha mãe tinha pedido. Mas por quê? Pra quê? É sempre a mesma coisa: faço coisas para de esquecer, e, por hora te esqueço, volto para minha rotina normal e lá vem você chegando de mala e cuia… Sem esquecer da saudade que lhe acompanha todos os dias; companheira fiel."
"É loucura imaginar que vai existir outra pessoa que possa suprir a falta que alguém faça. Nunca, por mais iguais que as pessoas sejam, por mais parecidas fisicamente, por mais gostos iguais, por mais tudo. Ninguém é igual ou substituível. Ninguém tem o mesmo papo, o mesmo jeito de falar, o mesmo toque, o mesmo beijo, o mesmo olhar. Ninguém tem as mesmas manias ou jeito de cruzar as pernas, ou quem sabe, mexer no cabelo. Ninguém entende ou aceita o outro da mesma forma. Ninguém se doa, ninguém se importa como outro alguém. É difícil entrar e sair da vida das pessoas. É difícil a vida de coveiro. Cavar no terreno do coração, fazer morada perpétua e simplesmente levantar da tumba e sair andando. Aquela cova que a gente cava, nenhum outro corpo ocupa, por mais que existam sete bilhões de outros corpos na face da terra. Ninguém tem o mesmo tempo, e mesmo que tenha, ninguém gasta ele da mesma forma. Mas a vida é uma caixinha de surpresas. A gente às vezes não quer se importar ou não quer que se importem tanto. Ou quer. Ou não sabemos. Ou sabemos e não queremos. Ou não queremos saber. É confuso, eu sei. Mas ó, nada melhor que cama e travesseiro. Se ali, com a cabeça recostada, com o vento tocando o corpo, com o silêncio da noite sussurrando no ouvido, ou a melodia tocando na alma, se ali tu lembrar de alguém e sentir uma saudade doída, uma necessidadezinha, um bem querer. Tu não precisa arranjar mais ninguém pra ocupar um espaço que já tem dono. Às vezes a gente só precisa enxergar o óbvio, ver aquilo que está na nossa frente e por um motivo, outro, ou todos, simplesmente passa despercebido. Cada um sabe a falta que o outro faz e o espaço que o outro ocupa. A vida é assim, às vezes a gente que complica tudo. Cobramos e procuramos respostas demais para coisas que simplesmente devem ser sentidas, não entendidas. Às vezes a gente perde por medo de ter. Ou deixa de ter por medo de perder. Sei lá, não curto perder."
terça-feira, 3 de abril de 2012
"O fato é que você nunca vai estar bem só, sempre vai faltar algo e você não saberá o quê e nem porquê. Porque todo mundo foi feito pra preencher vazios e ser preenchido, foi feito pra amar, pra sentir, pra retribuir e porque incrível que pareça, pra sofrer também. A verdade é que você sempre vai querer uma companhia, vai querer beijo de bom dia, carinho no entardecer, vai querer amor, vai pedir pra que algo bom aconteça na sua vida, vai chorar do que perdeu, agradecer e comemorar pelo o que ganhou. E irá perceber que no meio de tantas lembranças, por mais que esteja rodeado de pessoas, sempre faltará alguém. O teu alguém."
“Preciso da sua amizade… pra sempre… Quer saber o motivo? Porque é com você que eu chorei quando não tinha quem me abraçasse. Com você eu dei risada e tirei sarro de um monte de coisas. Com você eu xinguei em segredo quem não deveria xingar. Com você eu fiz planos, viagens, sonhos, momentos, prazeres… Pra você eu contei meus segredos e as coisas erradas que fazia. Pra você eu contei as certas, também. Verdade que foi você quem eu magoei sem saber que estava magoando, e sério, queria que tivesse sido diferente. Não sei se é motivo pra pedir minhas sinceras desculpas, o que passou já foi, o passado acaba quando a gente começa o presente, a partir de agora… começou. Mas é você, acima de tudo, que eu quero ter amizade sempre. Porque eu te amo e amo ainda mais ser seu amigo. Obrigado por me fazer sorrir. Agora pára de idiotice e me dá um abraço!”
segunda-feira, 2 de abril de 2012
domingo, 1 de abril de 2012
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