segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

domingo, 29 de janeiro de 2012

Que todas as feridas sejam curadas, que todas as mágoas sejam extintas, que todos os medos sejam dissolvidos, que todo erro seja perdoado.  Que haja produtividade, que se plante o bem, que se colha compaixão, que se alimentem de sorrisos, que as lágrimas sejam de felicidade, que toda saudade seja saciada, que toda distância seja breve, que todo beijo tenha sabor de chocolate, que todo barulho seja de uma gostosa gargalhada. Que haja união, que o amor seja reinventado todos os dias, que o tempo leve embora tudo aquilo que perturba, que se perca a vergonha, que a verdade venha à tona, que o bom senso esteja presente, que o altruísmo seja passado de geração à geração. Que os sonhos tornem-se realidade, que haja estímulo, que toda a corrida contra o relógio seja por uma boa razão, que toda guerra seja de travesseiro, que todo nervosismo seja de ansiedade, que a insegurança seja superada, que venha sempre um arco-íris no final de cada tempestade, que todo carinho tenha cheiro de terra molhada, que todo sentimento comece da amizade, que as atitudes infantis tenham aroma de algodão doce, que a nossa euforia seja como pipoca na panela, que todos os laços afetivos se fortaleçam, que todo namoro seja no portão, que os caminhos escuros nos leve a quem amamos no final. Que o mocinho se case com a mocinha, que todo final seja feliz, que se dance na chuva, que se beije debaixo d’água, que a cada tropeço haja um recomeço, que exista força de vontade, que cada descoberta seja prazerosa, que cada surpresa seja boa, que se tenha  frios na barriga, que haja arrepio, que mordidas não sejam economizadas, que toda loucura seja saudável, que cada bom dia venha recheado de bom humor, que toda fome seja de abraços, que cada fotografia seja nostálgica, que os momentos sejam bem vividos, que toda a adrenalina seja gasta numa montanha russa. Que cada família seja abençoada, que cada filho peça a benção, que cada pai se orgulhe, que haja fé, que haja Deus. Que haja amor.

Solidão, amor e vida

Necessito urgentemente de abreviações, algo que resuma ou desapareça com esse encanto que pouco a pouco se perde entre meus dedos. Não é que eu não queira ser transparente, é até bom mostrar quem realmente sou. Mas só às vezes. Crio pseudônimos na vida real e em certos momentos me pergunto quem sou. Para onde vou, e o que sou. E cheguei à conclusão de que, palavra por palavra, me tornei insólito. - Prepotência de sua parte, não? - Antes fosse, eu sou mesmo a inconstância em carne e osso. Um amontoado de incógnitas, dúvidas e ideias incompreensíveis. Sei bem que o charme do amor está no mistério, nas questões que ele causa e na quase loucura que provoca. Mas eu cansei de equívocos. Mantenho-me distante de qualquer flerte ou sentimento, por mais raso e descartável que seja. - E não sente-se triste? - Nem tanto. Como disse Chico Buarque, eu inventei minha tristeza, e assim, eu mesmo tenho que desinventar. Por enquanto eu estou de mãos dadas com ela, com a tristeza, e não tenho intenção de largar. Mas saberei a hora certa de abandoná-la - eu acho. Confesso que indiferença ou discrição nunca foram meu forte. Sempre gostei de dar a cara pra bater; e com o amor não foi diferente. Doei-me por inteiro e sem dó. E até riem de mim por ser assim, tão solidário com corações. Fazer o que se os entendo? Se sei como confortá-los? - Então o seu está entre eles? - Óbvio que não. Acha que há espaço para tristeza por quê? A solidão que sinto é contrária, meu bem. Ela chega para preencher o vazio que alguém deixou. Não sei se essa minha ânsia por aconchego é culpa do vazio que estou sentindo ou se é apenas um desejo passageiro. Mas eu queria alguém aqui. - Aqui? Do seu lado? - É. Ou talvez no peito, batendo forte. Mas meu amor próprio não entra na história, que fique bem claro. Eu até que me suporto. Principalmente pela manhã, quando não lembro de ninguém. Quando não sei para que lado ir, nem aonde chegar. Meu semblante se tornou vital por isso. Rosto não é espelho para a alma, minha querida. Tenho vivido noites servidas de pedaços de saudade, eu não quero ter que deixar de sentir nada por ninguém. - Mas a vida é isso, guardar algumas coisas e nunca mais usá-las. - E quem disse que quero guardar alguma coisa? Minha vida não é dividida em arquivos. Não gosto de nada transparente. - Está se contradizendo. - Que seja, a vida também não segue parâmetros. Busquei amor como uma contradição para arrependimentos, como uma verdadeira e chula fuga de mim mesmo. - E deu certo? - Tanto que desde então me desconheço.
(…) certa vez, você acordou no meio da noite, me abraçou apertado e começou a chorar. Eu acordei atordoado e acendi o abajur. Seus olhinhos, tão miúdos, estavam pequeninos me olhando e eu perguntei o que havia acontecido. Tive que perguntar nove vezes para você me mostrar suas unhas. Minha sobrancelha se manteve levantada enquanto eu observava seu esmalte vermelho descascado. Aí você suspirou e disse: “Passei esse esmalte ontem e olha como ele está.”, eu sorri enquanto enxugava suas lágrimas e você continuou: “Eu não quero que com nós dois seja assim. Não quero que termine rápido, amor.”. Acho que foi a comparação mais maluca que você já fez, mas foi uma das mais bonitas. Eu só disse que não acabaria nunca e apaguei a luz.
– Nunca fui um lugar seguro.
– Para os outros?
– Para mim.

queria,d vdd

fé.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Os dias estão passando,as horas,os meses, o tempo.  Eu nunca conceguir falar um 'adeus', talvez sempre dexei a porta um pouco incostada para ver se voltaria, não voltou,ou na verdade, até tenha voltado e eu não tive força sufiente para abrir, a porta, ocoração, a mente. Fins de relacionamentos são complicados e confusos, antes vc vivia sozinha, até encontrar um alguém econviver em casal, para no fim aprender -novamente- a viver sozinha. Nunca imaginei que seria dificil,complicado pra caramba, os dias parecem ser maiores, as horas parecem não passar,e me da um aprto no coração. APRENDI a aceitar,o fim. Afinal, a escolha a decisão foi nossa, mais não deveria ser assim. Sei que as pessoas que falam que eu não devo ir atraz, falar, estão corretas,por parte.. mais ninguem sabe realmente a dor que é.Me faltam palavras pra pode expressar o q eu sinto neste momento, acho que é apenas tristeza, no começo achei que tudo iria  voltar a ser nós, mais percebo q não conceguir.E acebi me distanciando,podia ver a janela no msn subindo, eu preferia sair ao falar com vc,depois seu nome da lista telefonica não passou de uns '...', não tinhamos mais nenhuma ligação,msg,contato..Ok, eu não posso mentir,sentir sua falta ainda é inevitavel, eu acho, é normal né? afinal, foram anos..quando eu realmente fico um pouco curada, ao ponto de meus sentimentos adormecerem, vc me volta, com perguntas q eu nao sei oq eu posso ta respondendo,me falando coisas q eu gostaria de ter escutado mais nao nesse momento, me fala q ainda se encontra confuso e diz q pode passar o tempo q for o seu sentimento nao vai mudar, será? não existe mais, vontade,desejo,tesão, ou fogo. ta tudo interrado no medo,no dispero, na tristeza.. oq mais me intristece é saber q apesar do amor q eu ainda possuo mesmo q bem menor e com menos tudo, eu nao posso te ligar , eu não posso mandar uma msg, nao posso procurar pra saber como tá sua vida..vida essa q eu nao faço parte, nao mais,mas q eu rezo pra ser boa. tenho um vazio dentro de mim q parece q nao vai ser prenxido por mais ninguem,mais isso so vai acontecer se eu nao dexar, se realmente preciso me afastar de vc,q assim seja,afinal,ja esta sendo ne verdade. ainda penso,ainda lembro,te desejo coisas boas.te desejo o bem,te desejo mais q nunca q sekas tudo q qeres longe de meus olhos,do meu coração.. por mto tempo vc me fez bem,hj vejo o qanto bagunça minha vida. vc é meu passado, e definitivamente, vou lutar contra mim mesma q vc nao faça parte do meu presente,nao como um todo.......

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Já se passaram meses, mais eu continuo aqi, de pedra. =/

domingo, 1 de janeiro de 2012

Saudade?


Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando. Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer.